Fiji time, no hurry no worries

Esse comercial começou a ser veiculado na Nova Zelândia no ano passado (sempre no inverno, por que será?), e desde então eu e o Felipe, que geralmente não damos muito atenção à televisão, parávamos tudo e ficávamos sonhando. O negócio era tão hipnotizante que na manhã seguinte um de nós acordaria cantando a música. No dia seguinte o outro, e assim continuava até o comercial passar de novo e recomeçar o ciclo. Parabéns pra agência de publicidade, quantos prêmios será que eles já ganharam?

Quando fomos pra Samoa em 2008 perdemos muito tempo alugando carro, dirigindo, procurando praia que desse pra ficar de biquini, procurando ondas, etc. Em uma viagem tão curta, de só uma semana, não valia a pena o perrengue. Então dessa vez fomos mais práticos e pela primeira vez na história desse blog fizemos tudo através de uma agência. Já estávamos namorando o site da Island Holidays há tempos e fechamos o pacote pra Fiji por email mesmo. O objetivo era desestressar e não precisar se preocupar com nada.

Meu paraíso é tropical

Uma semana em Fiji pra mim funcionou como um spa natural de cura. Não que eu tenha ficado fazendo naturoterapia, massagens ou afins (apesar de ter tudo isso lá! – e eu dei mole de não fazer), mas só o fato de passar 8 dias lá me fez voltar outra pessoa – mais leve, mais feliz e alguns até disseram que voltei bronzeada e brilhando – eu digo que eu voltei à minha cor normal de inverno, já que antes estava mais pra cor normal de fantasma.

O processo de transformação começou logo que avisaram no avião “Hora local em Fiji 6pm, temperatura 27 graus”. Eu já comecei a tirar a blusa de lã (afinal ficou calor de repente, dentro mesmo do avião) – “Oi braços! Quanto tempo!”. Quando descemos no aeroporto de Nadi e senti aquele bafo quente no ar, eu não conseguia conter o sorriso. Já estava anoitecendo e nada de frio! Eu mal podia acreditar.

Air Pacific

Mochileira não sabe ser madame

Os dois mochileiros aqui, que nunca reservam nada adiantado, estranharam um pouco a mordomia de comprar um pacote com tudo pré-organizado. Tínhamos uma pastinha com os vouchers e instruções de onde ir e como chegar lá. “No aeroporto, vá até o representante do Raffles Gateway Hotel”. Uma van ia e vinha buscar a galera que chegava, nem as malas deixaram a gente carregar! Pior foi descobrir que o hotel ficava a meia quadra do aeroporto. Numa viagem “normal” teríamos andado até lá, carregando toda a tralha.

Falando em tralha, aos que dizem que mulher não sabe fazer mala pequena, preciso contar que minha bagagem toda não passou de meia malinha daquelas pequenas de rodinhas (metade mesmo). Além disso eu tinha uma mini mochilinha de mão, que foi vazia, pra colocar as roupas de frio que tiramos, e a câmera. O Felipe, porém, levou a outra metade da malinha, prancha de surf, prancha de kite, 2 kites e mais um monte de coisas que acompanham. E sim, normalmente a gente teria andado carregando tudo isso.

Como chegamos de noite, passamos a primeira noite nesse hotel perto do aeroporto, muito bom por sinal. Não é na praia, mas tem piscina. A comida uma delícia, tanto na janta quanto no café da manhã. Acho que nós só tínhamos nos hospedado em um quarto tão chique na noite do nosso casamento (veja só, tinha até toalha!).

Raffles room

Raffles breakfast

Às 9 da manhã um ônibus, com ar condicionado (!), nos levou até Port Denarau, de onde sai o Catamarã pra Malolo Lailai – a ilha que ficaríamos pelos próximos 7 dias. Na verdade foram dois ônibus e uma van que levou as pranchas de surf. A quantidade de famílias e crianças fazendo exatamente o mesmo roteiro que a gente assustou (a moça da agência não tinha dito que essa época era boa porque era antes das férias escolares?). Aquilo parecia uma colônia de férias, socorro! Chegou a bater um tiquinho de arrependimento de não ter pago o dobro pra ficar em Tavarua, mas passou bem rapidinho.

Plantation Island, o resort que a gente ficou, é mesmo focado em famílias, coisa que a gente não sabia até chegar aqui. E é também, se não o mais, um dos mais populares das Mamanucas. É enorme, tem 192 quartos, 3 piscinas, campo de golfe, de rugby, de futebol, quadra de tênis, vôlei de praia, mini-golfe, mais um monte de outras coisas – incluindo salão de beleza e spa. Tem um “clube” para a criançada cheio de atividades dia e noite, e até babá pros mais pequetiticos (como diz a Mirella: “é bom saber que exite Fiji depois dos filhos” heheh). Tinha atividades pros adultos também. Não preciso nem dizer que também tinha toalhas… que eram trocadas diariamente. Sim, eu levei a minha toalha, por via das dúvidas, não to acostumada com essas coisas não.

E a primeira coisa que eu fiz ao chegar na ilha? Colocar os pés na água, claro! Só pra ter certeza que eu fiz bem em deixar minha roupa de borracha em Wellington. Como é inverno, a água não estava quente como uma sopa, igual era em Samoa no começo do outono. O que eu achei melhor ainda, era só dar um mergulho pra dar uma refrescadinha (de leve).

Malolo Lailai

Nossa vida em Malolo Lailai

Apesar de superpopuloso, a gente aprendeu rapidinho a driblar a criançada e aproveitar o resort e no fim das contas saímos achando que foi uma ótima escolha. Tinha tudo que a gente queria e mais um pouco, ali, facinho, era só escolher e usar. Não usamos nada do que eu citei ali em cima, nós somos metade gente metade peixe, o nosso negócio é mesmo água. O carinha que cuidava dos esportes aquáticos já nos chamava pelo nome e até falava umas palavrinhas em português.

Nossa rotina era geralmente assim: tomávamos café da manhã bem cedo, ali pelas 7am, e éramos uns dos primeiros a chegar.
Aí o Felipe pegava o barco que levava os surfistas pra Cloudbreak enquanto eu ia pra praia, tomar um sol, caminhar e nadar – meu esporte predileto é natação, no mar transparente vendo corais, peixinhos coloridos e estrelas do mar azuis então, passava horas ali.

Coqueiro

Surf boat

Sea star

O almoço era geralmente uma salada na lanchonete na beira da praia.
Depois pegávamos o catamarã minúsculo do resort e saíamos velejar. O Fe, que já entende de vento e de vela por causa do kitesurf, pegou o jeito rapidinho e passeamos um montão todos os dias. Ele até me deu umas aulas num dos dias, eu acho importante aprender e quero aprender mais, mas confesso que prefiro ficar só curtindo o passeio do que ser capitã do barco.

Na volta pegávamos um caiaque e remávamos até o outro lado da ilha, ou então, se tivesse vento suficiente, era hora de kitesurf. Já no primeiro dia descobrimos que na praia do outro lado, lááá depois do campo de golfe, ventava muito mais. Era uma praia de areia bem branquinha e, como era mais longe e não tinha absolutamente nenhuma estrutura, ninguém mais ia até lá. P-e-r-f-e-i-t-a.

No fim da tarde tinha sempre o espetáculo do pôr-do-sol e depois do banho (com água salobra do chuveiro), deixávamos o restaurante do resort pras crianças correrem bastante e jantávamos no Ananda’s, que ficava na outra ponta da praia, tinha uma comida deliciosa (frutos do mar são comigo mesma) e uma bandinha impagável que entre uma música e outra tomava kava, bem relax.

No dia seguinte começava tudo de novo, incluindo piscina, leitura, meditação, drinks e rede-debaixo-do-coqueiro nos intervalos. Tudo isso, claro, lambuzada de protetor solar e repelente. O cara que inventou o repelente deveria ser canonizado.
Todos os dias que passamos lá foram de sol e céu azul, choveu só por 15 minutos exatamente num fim de tarde que estava rolando um casamento. A noiva deve ter raspado muita tigela de bolo, igual eu.

Golf course

Rede

Os esportes aquáticos merecem um post separado, escrito pelo Felipe. Eu mesma só nadei, remei no caiaque, velejei um pouquinho e tirei um monte de fotos dele praticando surf, kitesurf, wakeboard… ufa.

Claro que voltamos de lá já planejando a próxima, nem que seja pela minha saúde física, mental e espiritual. É impressionante a diferença que só uma semaninha em um lugar assim faz na vida da gente.
Ah! E o título do post. Não é invenção minha não, é o que eles dizem por lá quando você quer saber a que horas vai ser alguma coisa: “Bula! Fiji time. No hurry, no worries”. Tem coisa melhor? 8)

Cris

41 comments

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  1. Que delícia!!!!
    Adorei os detalhes das toalhas!! hahaha
    Essa sua última foto relaxa só da gente olhar… Aliás, relaxa e dá aquela “invejinha branca” básica! =D

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      • Cris disse:
      • 26 junho, 2011 em 10:57 pm

      Dá né?! Eu sinto isso o tempo todo também! Quem é essa aí que fica mostrando fotos de calor e praia quando a gente tá aqui congelando e virando sapo? hehehe
      Vontade de ficar lá pra sempre… 😉

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    • Mirella disse:
    • 26 junho, 2011 em 11:09 pm

    Nós só passamos 4 dias… e voltamos renovados (com gostinho de quero mais, claro!).
    Fala sério… uma maravilha tudo aquilo! Fico pensando se já devo voltar em agosto para meu aniversário (risos)… mas alma de viajante é uma desgraça, e só pensa em novos destinos eheheh…
    BJks..
    LINDO POST!!!

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      • Cris disse:
      • 26 junho, 2011 em 11:13 pm

      Mi! To começando a achar que nós duas fomos separadas na maternidade. hahaha
      Eu também faço aniversário em agosto e saí de lá exatamente com a mesma ideia!
      Beijos irmã! heheh xx

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  2. Lindas fotos, texto incrível, deu vontade ir AGORA pra lá!! 😀

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    • Otávio Skroski disse:
    • 27 junho, 2011 em 12:01 am

    De Mais Cunhadita!!!

    Que trip em!! Já queria muito conhecer ai, depois da trip de vcs fiquei com muito mais vontade.
    Boa sorte por ai.
    Obrigado por compartilhar esse momento no paraíso, as fotos estão um colírio para os olhos!! hehehe

    Bjus ao casal!!!

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      • Cris disse:
      • 27 junho, 2011 em 9:24 am

      Otavianooo, saudades de você!! Que legal receber uma visita tua!
      Algo me diz que você vai ficar com ainda mais vontade quando o Fe escrever sobre o surf. 😉
      Beijão xx

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  3. Fiquei relaxada só de ver suas fotos. 😉 Confesso que não sou muito fã de água (ao contrário do Eduardo). Não me dou bem com o sol e me escondo dele o dia todo, mas ainda assim adoro o clima de praia, sabe? Gosto da rotina despreocupada, de ler um livro sob um coqueiro, essas coisas… Sem contar as paisagens, que são sempre lindas, né? 😀

    Me identifiquei com o que você falou sobre a mala! Para nossa lua de mel em Punta Cana, levamos uma mala média para nós dois e não sei nem quantas vezes tivemos que responder à pergunta: “Mas é só essa mala?” rsrs

    Beijos!

    Responder

      • Cris disse:
      • 27 junho, 2011 em 9:28 am

      Acho que você ia se identificar com as praias da Nova Zelândia então.. elas são lindas, apesar de não ter coqueiro, e a água é tão gelada que ninguém faria questão que você entrasse. heheh
      Pois eu não sei porque as pessoas se espantam tanto com uma mala pequena, numa viagem desse tipo (Fiji, Punta Cana..) a gente não precisa de nada além de 3 biquinis, 3 vestidinhos e uma canga!
      Beijos beijos xx

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    • Lena disse:
    • 27 junho, 2011 em 11:42 am

    Que paraíso!!

    Eu gosto do inverno em São Paulo, que em geral é seco, com céu azul, sol e calorzinho, mas basta esfriar um pouquinho ou chover, como hoje, que eu já fico sonhando com praia e calor!! E esses paraísos de mar azulzinho e areia branca são meu sonho!

    Lindas fotos!!

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      • Cris disse:
      • 27 junho, 2011 em 11:50 am

      Oi Lena! Muito bom receber uma visita tua por aqui!
      Obrigada!! :)

      Sabe que eu sinto falta do inverno de Curitiba, apesar de todo mundo reclamar do frio de lá, como você bem disse é seco e com céu azul. E perto do meio dia sempre dá uma esquentadinha… Aqui em Wellington o inverno é úmido, eu não me importo tanto com o frio, mas chuva no frio é de matar né?!
      Uma escapadinha pra um paraíso tropical desses vem muito bem a calhar. 😀

      Responder

    • Jeanine disse:
    • 27 junho, 2011 em 1:17 pm

    Que inveeeeejaaaa!!! 😉

    Responder

      • Cris disse:
      • 27 junho, 2011 em 10:15 pm

      É tão pertinho Jeanine! 3hs de voo de Auckland.
      Se eu fosse você já tava arrumando a mala… 😉

      Responder

    • Betyane disse:
    • 27 junho, 2011 em 11:06 pm

    Cris!
    Realmente dizem que mulheres não sabem fazer malas pequenas. E as “normais” não sabem mmo, amiga! E nesta meia mala que vc fez, ainda coube uma toalha?? Vc é uma ET infiltrada entre nós…
    E sim! Os hotéis tem toalhas! E sim, que dá um pouco de receio, dá. Mas aproveita e libera o espaço na mala pra mais umas roupitchas!
    Mas olha, que viagem deliciosa! Que bom que realizaram mais um sonho! As fotos estão lindas e dá pra sentir no seu jeitinho de escrever que realmente foram dias maravilhosos!
    Beijão!

    Responder

      • Cris disse:
      • 28 junho, 2011 em 9:11 am

      Bety! Adoro seus comments! 😀
      Você esqueceu do detalhe que era metade de uma mala pequena. heheh

      Eu tava brincando sobre as toalhas, amiga. Claro que eu sei que hotéis (hotéis de verdade, desses que a gente normalmente passa longe.. rs) tem toalhas! Mas arrumar mala pra mim começa sempre colocando uma toalha. Mania de quem acampa, talvez..
      Achei ótima a sensação de usar tudo que eu levei, exceto a toalha, e não senti falta de mais roupinhas não. Era sempre calor e foi tão pouco tempo. E pela foto você pode ver que eu levei até bolsa!
      Beijos, lov u! xx

      Responder

  4. Oi Cris!!!
    Gostei demais do seu blog!!
    Adorei as fotos e esse video de Fiji. Esse lugar existe mesmo?!! Fijime total!!!!
    Bjs, Anna

    Responder

      • Cris disse:
      • 2 julho, 2011 em 1:41 pm

      Oi Anna! Bem-vinda!
      Olha… quanto mais tempo passa, mais eu começo a duvidar se esse lugar existe mesmo ou se eu sonhei. Só acredito porque eu me vejo ali nas fotos. heheh
      Beijos e obrigada pela visita! xx

      Responder

  5. Babei… simplesmente babei nas fotos!!!

    Lembro que quando tinha ido à Nova Zelândia, tinha uma promoção bacanésima e baratésima para lá… Mas era a seguinte escolha: tínhamos só um mês e uma quantidade restrita de dindim. Ou íamos para Fiji, ou conheciamos a Nova Zelândia inteira, de cabo a rabo, que era o plano previsto.. Ou seja, ficamos com a segunda opção… Felizes toda a vida…

    Mas ver essas fotos agora fez surgir a pulguinha do “e se..” atrás da orelha..!

    Ai ai… lá vou eu fazer Fiji subir algumas casinhas para cima na minha “to do list”…

    Responder

      • Cris disse:
      • 3 julho, 2011 em 5:29 pm

      Oi Clarissa!
      A primeira vez que eu vim pra NZ foi pra passar 45 dias e também fiquei na mesma dúvida que você, acabei escolhendo conhecer a Nova Zelândia de cabo a rabo também e acho que foi super acertado!
      Depois de quatro anos aqui eu já viajei pelas duas ilhas da NZ várias vezes, e ainda assim não posso dizer que conheço tudo.
      Agora que também já conheço Fiji e Samoa, tenho mais certeza ainda que ficar só na NZ foi a melhor escolha naquelas férias!

      Fiji é sim tudo isso, mas existem vários lugares com os mesmos atrativos, ou bem parecidos, inclusive mais perto do Brasil.
      Em compensação a Nova Zelândia é única, ainda estou pra conhecer lugar mais lindo no mundo!

      Se eu voltasse no tempo escolheria ficar aqui de novo, e ainda ficaria pelo menos uns 2 meses! 😉

      Responder

    • Sarah Wu disse:
    • 4 julho, 2011 em 7:49 pm

    wow this is amazing. You’re at one of the most beautiful island that I want to visit.

    Responder

      • Cris disse:
      • 5 julho, 2011 em 6:54 pm

      Sarah! Nice to see you again around here. =)
      You’re right, it is SO BEAUTIFUL. Indeed.

      Responder

    • Fuailelagi disse:
    • 6 julho, 2011 em 11:12 am

    Mmmmmm….looks like the perfect place to relaaaax. Definitely a ‘No worries’ looking place. Sven and I had 5 days or so on Nanua Lailai island years ago (feels like 100 years ago..hehehe). Oh the memories…Who knows when our next holiday will be. We can stil dream…

    Responder

      • Cris disse:
      • 6 julho, 2011 em 11:26 am

      Lagi, it’s so good to see you here my friend!
      It’s the perfect place to relax for me, and to have fun for Fe, with ALL the toys he’s ever dreamt to have in one place. heheh
      And it would be perfect for you and Sven take little Tauamiti too! 😀
      Lov xx

      Responder

    • Ana Rita disse:
    • 10 julho, 2011 em 11:44 am

    Filha!
    Que lugar, hein?
    Você sabe que eu adoro tudo isso, mas também gosto de um friozinho de vez em quando. Queria poder dar uma fugida (quem sabe uma vez por mês, hehehe)pra relaxar mesmo e ficar nessa mordomia toda.
    Definitivamente você não nasceu pra morar numa terra fria, quem sabe sua próxima morada seja num lugar com um clima como esse; já pensou acordar todo dia diante dessa maravilha, não ia dar vontade nem de trabalhar.
    As fotos estão maravilhosas.
    Acho mesmo que devem já ir programando a próxima.
    Parabéns pelo post, adorei.
    Beijão.

    Responder

      • Cris disse:
      • 12 julho, 2011 em 7:31 pm

      Mama, você ia amar esse lugar, tenho certeza!!
      Morar num lugar assim teria que ser sem trabalhar mesmo, ou trabalhando muito pouco… um dia eu chego lá! 😉
      Beijos, lov u. xx

      Responder

    • Paola Martins disse:
    • 27 julho, 2011 em 8:45 am

    OLá Cris, tudo bem?
    Estou fazendo uma matéria sobre o Tahiti, Polinésia Francesa, e nas pesquisas pelos sites específicos de viagens cheguei até vc.
    Sou do Brasil, desenvolvo conteúdo turísticos para revistas e jornais e gostaria de saber se vc toparia ceder uma entrevista sobre a sua viagem à Polinésia.
    Fique à vontade para me ligar ou deixe seu contato. Mas como vc não está vivendo no Brasil, acredito que será mais fácil fazer a matéria por email (em forma de perguntas e respostas).

    Aguardo seu retorno, se possível ainda esta semana! Segue meu email novamente e contatos abaixo:
    055 -11- cel. 8144-1872 comunicajor@yahoo.com.br

    bjs e até breve!
    Paola Martins

    Responder

      • Cris disse:
      • 6 agosto, 2011 em 4:20 pm

      Oi Paola,
      Obrigada pela mensagem e pelo interesse. Adoraria poder ajudar na sua matéria, só estou na dúvida se sou a pessoa certa pra isso, afinal nós ainda não conhecemos as Polinésia Francesa. Das ilhas do Pacífico conhecemos apenas Samoa e Fiji.
      De qualquer forma, fique a vontade pra mandar um email para mail@noplacelikehere.com
      Beijos x

      Responder

  6. Eu demorei para ler este post porque sabia que ia ser daqueles que iam me deixar com uma vontade louca de conhecer o lugar…não estava enganada! Com fotos dessas, não tinha como! :)
    Adorei e o lay out tá lindo! Bjs
    @viagempimpolhos

    Responder

  7. Por outro lado, acabo de ver que foi o primeiro que li no dia do meu aniversário…algum bom preságio, quem sabe? 😉

    Responder

      • Cris disse:
      • 29 setembro, 2011 em 3:35 pm

      Que honra!! 😀
      Acho que é um bom presságio sim Sut!! Quando for assoprar as velinhas mais tarde você já pode se imaginar em Fiji, lembrando das fotos, mas não esquece de incluir um pitstop na Nova Zelândia quando fizer o pedido. hihi
      Beijão e parabéns!! xx

      Responder

  8. De tirar o fôlego e matar de vontade de largar tudo e embarcar para o paraíso! Lindo!

    Beijos

    Responder

    • Paulo disse:
    • 28 janeiro, 2012 em 12:26 am

    Nossa lindas as fotos!!! Estive em Nova Zelândia em 2011 que lugar lindo!!! Pretendo voltar, Alugar uma casa e desfrutar das coisas boas que o país nos oferece

    Responder

  9. BULA!!! Que Saudade do Fiji Time….
    Muito legal o post deu pra matar um pouquinho de saudade desse paraíso… pena que é tão longe do Brasil….
    Demais esse comercial…

    Responder

  10. É mesmo um paraíso. O relato inspirador e as fotos muito bonitas. Gostei muito !!

    Responder

    • Márcia disse:
    • 19 novembro, 2014 em 7:41 pm

    Olá, Cris e Felipe. Achei o blog de vocês na minha pesquisa sobre Fiji e adorei o post. Só fiquei curiosa pra saber se acham que ficou mais barato pegar um pacote por agência, pois meu marido e eu estaremos indo pra lá agora em dezembro e estamos achando a hospedagem bem cara. A propósito, me identifiquei com a história de vocês pois nós também estamos numa viagem de volta ao mundo, e inclusive neste exato momento estamos na Nova Zelândia, mais especificamente no Tongariro Park. Um grande abraço!

    Responder

      • Cris disse:
      • 25 novembro, 2014 em 1:47 pm

      Oi Márcia! Kia Ora! 😀
      Eu acho que é possível gastar menos em Fiji ficando em Viti Levu (a ilha principal)… mas o encanto mesmo está nas ilhotas menores e a maioria delas tem um ou dois resorts em cima e é isso. Então se for pra se hospedar num desses resorts acredito que comprando pacote sai mais em conta sim. Se fosse durante a minha volta ao mundo acho que eu iria sem pacote, pegaria uma acomodação mais simples e farias “day trips” pras ilhas pra conhecer… pela economia mesmo… Mas se for pra ter uma experiência parecida com essa que a gente teve é melhor escolher uma ilha e ficar nela, sem correria.
      Vale a pena também ver se não tem como pegar a hospedagem sem incluir as refeições. Nós fizemos isso e não nos arrependemos. Geralmente as refeições do resort são superfaturadas e você fica presa a horários e àquele mesmo restaurante todos os dias. O preço também não é tão diferente caso você queira pagar separado depois.
      Espero ter ajudado! Abraço. :)

      Responder

    • Márcia disse:
    • 19 novembro, 2014 em 7:44 pm

    Ah, e se tiver boas dicas de Wellington, amanhã estaremos indo pra lá ( ou praí?). Valeu!

    Responder

      • Cris disse:
      • 25 novembro, 2014 em 1:50 pm

      Ih, acho que demorei pra ver esse comentário né?! Sorry, eu estava viajando, desconectada e voltei só hoje.
      Ainda estão em Welly?

      Responder

  11. Adorei o Post, belas fotos, ótimo texto e super dicas. Eu e minha noiva estamos pensando em ir à Nova Zelândia e dar uma esticadinha em Fiji. Blog salvo nos favoritos. Abraços.

    Responder

  12. Adorei o Post, belas fotos, ótimo texto e super dicas. Eu e minha noiva estamos pensando em ir à Nova Zelândia e dar uma esticadinha em Fiji. Blog salvo nos favoritos.
    Abraços.

    Responder

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