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No Place Like Here – Cris and Felipe Round the World

Em Lombok durante o Ramadan

Ferry de Padangbai (Bali) a Lembar (Lombok)

Segundo informações do oficial do terminal de embarque o Ferry saía de 90 em 90 minutos e levava 5hs até Lembar, em Lombok, uma das ilhas de Nusa Tenggara, Indonésia. Primeira lição de Lombok: as coisas aqui nem sempre são como eles dizem. Chegamos no terminal às 9hs da manhã e ficamos na fila de motos esperando para embarcar por 2 horas e meia. Quando chegamos tinha um Ferry atracado, que saiu e uma pequena fila ficou. Depois de muito tempo chegou outro Ferry, baixou a porta, levantou a porta, todos na fila se prepararam, colocaram capacetes, ligaram as motos, mas ninguém embarcou e o navio foi embora mais uma vez. Só às 11:30 pudemos embarcar em um Ferry, com outras inúmeras motos, caminhões e carros. Debaixo do calor de meio dia, o Ferry ainda demorou quase uma hora pra sair do lugar. 5 horas de viagem… saindo meio-dia e meia.. nossas esperanças de chegar em Lombok e pegar estrada ainda de dia já tinham ido pelo ralo.
Durante toda essa espera vários vendedores muuuuito insistentes tentavam nos convencer a comprar seus produtos, de óculos escuros a nasi campur pra viagem (arroz frito com carne de porco e frango). Em uma situação normal talvez tivéssemos ficado irritados com isso, mas ali na fila, onde não tínhamos mais o que fazer a não ser esperar, foi até divertido.

O Ferry é enorme, tem vários tipos de acentos, e as 5hs dentro dele até que foram tranqüilas, apesar de já ali sentirmos a diferença de comportamento das pessoas de Lombok pras de Bali. A sensação de segurança e tranqüilidade que tínhamos em Bali já começou a mudar na própria fila do embarque, pela primeira vez desde que saí da NZ fiquei preocupada com a mochila nas minhas costas enquanto eu esperava sentada na moto. Durante a viagem, não deixamos por um minuto que fosse as mochilas no banco sem que algum de nós 4 estivesse cuidando. É difícil explicar essa sensação de insegurança, como ela vem e porque ela vem assim de repente, mas vindo do Brasil sabemos bem como essas coisas funcionam, sentimos a ameaça no comportamento, no olhar das pessoas. Quando estávamos atracando em Lombok um grupo de meninos pulou pra dentro do Ferry, começou a andar por tudo falando alto e passando pelo meio das pessoas, um deles parou logo atrás de mim e pode até ter sido um pouco de paranóia brasileira, mas achei melhor me encostar na parede e evitar que ele pudesse abrir minha mochila.

O banheiro do Ferry também vale a pena lembrar… era daqueles de se agachar, com lugar pra colocar os pés, um baldinho mergulhado na água pra dar a descarga.. até aí tudo bem, nada que eu não estivesse esperando… outra lição que eu já tinha aprendido em Bali é sempre carregar papel higiênico na bolsa.. eu só não estava preparada pro chão alagado e uma torneira pingando a 30cm do meu pé, fazendo a “água” do chão espirrar na minha perna a cada pingo.. nem pra conseguir mirar o buraco do vaso com o barco chacoalhando pra lá e pra cá.. Mas deu tudo certo no fim das contas… devia ter tirado uma foto daquele banheiro…

A saída do Ferry foi o próprio inferno… o Felipe e o Pasqual tinham ido na frente tirar as motos enquanto eu e a Ale saímos depois a pé. Não tinha uma saída pra pedestres e tivemos que descer e sair andando no meio dos caminhões, respirando fumaça de diesel num lugar fechado e escuro… quando enfim saímos encontramos o Felipe e o Pasqual nas motos já impacientes com a multidão em volta deles… subimos nas motos e saímos sem saber muito bem pra que lado ir, até achar um lugar mais calmo pra parar e olhar o mapa.

Primeiras impressões de Lombok

Lombok, como a grande maior parte da Indonésia, tem como religião predominante o Islamismo e nós chegamos lá durante a última semana do Ramadam, o mês sagrado de purificação muçulmano. Eu entrei no Ferry vestindo saia e blusinha de alcinha e saí vestindo calça e um chale enrolado no ombro.. que eu só me senti à vontade pra tirar depois de chegar no hotel. Vimos muitas mulheres usando véu na cabeça e nenhuma, absolutamente nenhuma, muçulmana ou não, com os ombros de fora. Segunda lição de Lombok: o astral aqui é bem mais tenso.

Nosso destino era Kuta, uma praia ao sul de Lombok que, além do famoso Desert Point, é a região onde tem as melhores ondas da ilha e tem também uma certa estrutura pra turistas (hotéis, restaurantes, etc.).  Tudo que tínhamos era o mapa do Lonely Planet e algumas poucas dicas que o Luís nos deu. É muito fácil de se perder, as estradas são confusas e tem  muito pouca sinalização. Paramos várias vezes para pedir informações, todos foram sempre muito prestativos, mas não falavam inglês… então nós perguntávamos em Indonesiano como ir até Kuta, ou até a próxima cidade que tinha no mapa, e tentávamos interpretar os gestos da resposta, indicando a direção. Logo nas primeiras paradas já aprendi a terceira lição de Lombok: mulher não fala com homem. As poucas vezes que tomei a iniciativa pra perguntar alguma para um homem, ou ele me ignorou completamente ou me olhou com repreensão… ok.. não estamos mais em Bali, de agora em diante nada de sorrisos ou conversas, deixe que os meninos falem… a não ser que a iniciativa parta da outra pessoa de vir falar comigo.

De Lembar a Kuta levamos em torno de 2 horas de viagem. Poderia ter levado a metade do tempo se não tivéssemos nos perdido de noite no meio do nada e sem ninguém pra pedir informação.. e principalmente se as estradas não fossem tão esburacadas.. Tem um trecho que não existe estrada, só buracos.. Parece que estão construindo uma estrada paralela que é pra ser boa, mas não vimos nenhum sinal de obras e tem até algumas casas no meio do caminho de onde deveria ser a estrada.. Enquanto isso o jeito foi passar pelos buracos mesmo.. Minha bunda e minhas costas nunca sofreram tanto!!
Vimos um acidente de moto no meio do caminho.. Por aqui ninguém usa capacete (que é obrigatório em Bali), não vimos policiais de trânsito em lugar nenhum, vimos famílias inteiras em cima de uma moto, pai, mãe e dois filhos, e os adolescentes gostam de correr com as motos.. Quarta lição de Lombok: aqui não é tão divertido andar de moto. Gostaríamos de ter visitado outras partes da ilha, ir até Gili Islands, mas devido ao empenho e ao tempo de estrada, acabamos ficando só pela parte sul.
Passamos por vários vilarejos no caminho, tudo muito pobre.. Lombok parece estar abandonada pelo governo da Indonésia… casebres de madeira e bambu com telhado de palha, muito lixo por tudo, crianças brincando em cima do lixo..

A pousada perdida

Quando enfim chegamos a Kuta eram umas 8hs da noite, pela primeira vez tínhamos reservado nossa estadia.. De Bali ligamos pra duas pousadas que o Luís conhecia, e as duas estavam lotadas.. Então ligamos para outra que estava no guia, e enfim conseguimos reservar dois quartos por um preço não absurdo.. O lugar se chamava “Melon Homestay” e as indicações do guia não eram muito precisas.. Demos algumas voltas por Kuta (que não é muito grande) e não encontramos, estávamos super cansados.. então paramos em um restaurante pra perguntar… Opan, o menino que trabalha nesse restaurante, foi quem nos salvou essa noite. Ele nos levou até o Melon Homestay pessoalmente, chegando lá o cara que atendia mal falava inglês e ele ficou nos ajudando a traduzir até que entendemos que não tinha quarto pra gente. Eles tinham reservado dois quartos que eles achavam que as pessoas iam sair naquele dia, mas não saíram.. Então não tinha vaga. O Pasqual queria ficar discutindo e brigando com o cara da pousada, eu já estava tão cansada que só queria encontrar outro lugar pra largar as malas, comer alguma coisa e dormir. Lembrando da primeira lição: as coisas nem sempre são como eles dizem, especialmente no Melon Homestay. Então o Opan nos levou até outra pousada que tinha quartos vagos, mas achamos que eles pediram muito caro pelo quarto que estavam oferecendo e que ninguém gostou.. Então o Opan disse “ok, vou levar vocês num lugar que vocês vão gostar do quarto e do preço”.. e não deu outra, finalmente achamos o “Segare Anak”, um hotel na frente da praia com quartos simples (chuveiro frio), um restaurante na frente e uma piscina nos fundos por 80,000 rúpias (aprox. US$8,00) por dia, incluindo café da manhã… e o pessoal que trabalha lá são todos muito gente fina.. pra que mais que isso? Passamos os nossos 5 dias de Lombok hospedados lá.

As crianças de Lombok

As diferenças entre Lombok e Bali continuaram no dia seguinte, quando fomos passear na praia. O mar é azul turquesa e quando bate sol é possível ver as diferenças de cor por causa do recife de corais que tem no fundo.A praia é extensa, com muita areia e não tem ninguém se divertindo.. na areia ou no mar. Muitas crianças vieram tentar nos vender pulseirinhas artesanais.A primeira delas foi Sophie, uma menina linda que chegou sozinha e puxou conversa.. E só depois de um tempo conversando é que ela tirou da bolsa as pulseirinhas que queria vender. Em seguinda chegaram dois meninos que nos azucrinaram por vários dias em vários lugares diferentes. Até que por fim chegaram mais sete meninas, Márcia, Mariana, Luísa… todas com nomes bem parecidos com os que temos no Brasil. Todos têm o mesmo discurso: estão vendendo as pulseirinhas pra poder pagar a escola… alguns chegaram a dizer que é porque escola na Austrália é caro (descobrimos que na Indonésia toda é bem comum esse “sonho” de ir pra Austrália em busca de uma vida melhor). Alguns eu acredito que estivessem mesmo na escola, como a Sophie, que tinha um inglês acima da média, mas outros praticamente não sabiam outras palavras além do discurso pré-decorado e chegavam a comentar sobre o “chefe” deles, que era pra quem o dinheiro das pulseirinhas ia. Acabamos comprando duas pulseirinhas da Sophie (uma pra mim e outra pra Ale) e ficamos conversando com os outros.

O sol já estava subindo, o calor aumentando e aquelas meninas de uns 6 a 13 anos de idade cobertas de roupas, véus e carregando sarongs na cabeça. Perguntamos se elas gostavam da praia, se entravam no mar.. a resposta era unânime: “não porque a pele fica mais mais escura.. pele branca é que é bonito”… então eu dizia que eu acho que a pele delas é que é bonita e perguntava se elas não queriam trocar comigo. Enquanto no mercado brasileiro os cremes hidratantes têm ação bronzeadora, aqui na Indonésia as mesmas marcas têm ação enbranquecedora.. Foi difícil achar um creme que não fosse para clarear a pele.

5 dias passeando e aprendendo

Durante os 5 dias o Felipe e o Pasqual surfaram bastante (que o Fe pode contar em detalhes depois), eu e a Ale não ficamos muito na praia, apesar de termos visto algumas poucas turistas européias de biquini na areia, não nos sentimos à vontade pra fazer o mesmo e nem achamos que seria certo. Então aproveitamos muito a piscina do hotel e passeamos de moto pelas ruas esburacadas pra conhecer outras praias da região, uma mais linda que a outra.

Conhecemos o Tuna, um cara muito gente fina que tem uma lojinha na frente do hotel. Uma casinha de estrutura de bambu e telhado de palha, que fica em cima da areia da praia e onde provavelmente ele mora com a mulher Natasha e o filhinho de 3 anos. Ele nos contou com muito orgulho que ele era Sasak e seguidor assíduo do Islamismo, falou sobre o Ramadam, sobre como um bom muçulmano deve sempre ajudar as outras pessoas (e lembrei do Opan, o menino que nos ajudou a encontrar o hotel e não pediu nada em troca, ele também comentou sobre ser muçulmano e estar feliz de poder nos ajudar), falou sobre as 5 orações que eles fazem todos os dias, uma delas às 4:30 da manhã, e sobre a enorme festa que aconteceria em 3 dias, quando o Ramadam acabasse. Ele nos contou que “roubou” e mulher dele da casa dos pais dela pra poderem se casar, e que isso era uma tradição Sasak, o cara pega a mulher e leva pra casa dele e depois disso os pais dela não têm outra opção a não ser permitir o casamento, já que ela já tinha passado uma noite lá. E me surpreendi quando conheci a Natasha, uma mulher feliz que não usava véu na cabeça.

Fora da estação de chuvas, o sul de Lombok é uma região desértica. Vimos vários campos de arroz secos e muitas plantações de fumo, com pessoas carregando as enormes folhas de fumo na cabeça debaixo do sol escaldante. Na primeira noite que choveu estávamos no restaurante do hotel e vimos os funcionários agradecendo aos deuses pela chuva. Na segunda noite a chuva forte, tropical, me deixou preocupada com todas aquelas pessoas morando debaixo de um telhado de palha e cercadas por lixo.

Voltando pra Bali

Saímos de Lombok no último dia do Ramadam, no dia seguinte começaria uma festa que duraria 3 dias. No caminho para o terminal do Ferry, passamos por um tumulto no meio da rua que parecia ser uma feira. Por várias quadras pessoas vendiam de tudo nas calçadas, outras pessoas passavam pelo meio da rua comprando e os carros, motos, caminhões e charretes com cavalos enfeitados mal conseguiam se mover… os raros policiais não conseguiam organizar o tráfego, todos buzinando e tentando se enfiar na primeira brecha que aparecesse. Nós, com a moto carregada de malas e pranchas, tivemos que fazer o mesmo.

A uns 50 metros do terminal do Ferry, dois policiais uniformizados com placas de “stop” na  mão apitaram e nos pararam no meio do caminho, vendendo as passagens para o Ferry. Achei estranho eles dizerem que custava 7,000 rúpias, sendo que na vinda tínhamos pago 92,000.. Não entendi muito bem o que estava acontecendo, eles não nos deixavam passar sem comprar a tal passagem, fiquei desconfiada mas vi que eles também pararam uma van, com motorista indonesiano, que vinha logo atrás. Dei 10,000 pro cara, que assim que pegou o dinheiro falou que podíamos passar. O Felipe disse “mas cadê a passagem? Você não me deu a passagem”, o policial arrancou dois tickets do bloquinho e deu pra ele e eu disse “e cadê o meu troco? você disse que era 7, eu te dei 10”.. a essa altura eu já tinha percebido que tínhamos caído em um golpe, que eles não eram policiais coisa nenhuma e que tinham acabado de nos roubar. Depois de um pouco de discussão ele me devolveu 3,000 rúpias e nós seguimos adiante para dali a 50 metros pararmos na guarita onde o oficial nos cobrou as mesmas 92,000 rúpias da vinda e nos deu o ticket verdadeiro.

O Ferry de volta era muito pior que o da ida. Tinha poucos lugares do lado de dentro e não tinha lugar coberto do lado de fora.. Achamos um cantinho de sombra na parte de cima com bancos de plástico onde ficamos a viagem inteira, já que era impossível ficar em qualquer lugar dentro do barco devido ao cheiro insuportável de azedo misturado com criolina.. que mesmo estando na parte de cima e com vento, o cheiro continuava. Quando chegamos em Padangbai tinha outro navio atracado e o Ferry parou por mais de 1 hora esperando. Esperamos todos saírem antes pra não passar pela mesma situação de ficar com os caminhões lá embaixo, fomos os últimos a sair e na primeira acelerada o Felipe não tinha controle da moto, o pneu de trás estava totalmente murcho. Tivemos que sair andando com as malas, arrastando a moto, até uma borracharia em Padangbai.
É bom rever Bali, as praias aqui podem não ser tão lindas como as de Lombok, mas a arquitetura cuidadosa das casas, os sorrisos e a tranqüilidade no rosto das pessoas, e principalmente o cheiro de sândalo que vem dos incensos colocados nas oferendas, fazem eu me sentir feliz.

13 comments Assine os Comentarios

1 Fernanda Bruel { 10.19.08 at 9:18 }

Oiiiiiii, q bom q apesar de tudo q aconteceu de bali ate ai, vcs estao bem, e num lugar legal.
Deus abencoe!!!
Um abracao aos dois casais.

2 Nomadic Matt { 10.20.08 at 4:45 }

did you go to the full moon party?

don’t forget to e-mail when you are in Bangkok!

3 Thiago { 10.20.08 at 4:47 }

Cris..

Nossa! Não li o texto todo, era grande demais e o tempo curto.. oO
Mas a parte de insegurança que li acredito que é complicada em qualquer país..
As imagens pelo menos eu olhei e o lugar final deve ter valido a pena por tudo que passaram.. Ainda bem né? xD

Agora uma dica.. Que tal dividir um texto assim grande em vários posts? ;)

Abraços,
Thiago

4 Cris { 10.20.08 at 16:14 }

@Fernanda – está tudo ótimo com a gente!! obrigada pelo recadinho.

@Matt – we got there on the next morning… for the after party.
I’ve just sent you an email.. we’re in Bangkok.

@Thiago – É uma boa idéia mesmo, Thiago. Eu sabia que o post ficaria grande demais, mas como já estamos super atrasados, a internet por aqui não tem colaborado (estamos na Tailândia e ainda escrevendo sobre a Indonésia), achei melhor já colocar tudo de uma vez pra ver se chegamos mais perto de onde estamos. E olhe que ainda tem muita história pra contar!!

5 Carol Wieser { 10.27.08 at 9:59 }

Cris,

Na hora dá uma raiva desses imprevistos ein? … Não conheci Lombok, mas pelas fotos as praias são lindas mesmo. Mas confesso que também não me sentiria a vontade em ir pra praia, usar regatas ou sair de biquini. É intimidador não?

Estou anciosa pela Tailandia, um dos lugares que eu mais gostei em todas as viagens que eu fui.
Beijos e boa sorte pra vocês.

6 Anthony { 10.27.08 at 16:00 }

Cris or Felipe, can you pass me your email please? I have questions about Curitiba and living/working there.

Obrigado!

7 Betyane { 11.14.08 at 5:25 }

Dinda
Não fica brava, não! O ladrão até deu troco pra vcs! Hehehhehe.
Já estou contando os dias pra te ver! Aproveitem bastante estas últimas semanas!
Super beijo

8 carlos fernando jorge { 11.16.08 at 8:17 }

Oi Cris
Continuamos acompanhando a viagem de voces, estamos asiosos para o que voce vai contar sobre a India. Pelo visto, agora estão na Inglaterra. Não deixem de visitar STONEHENGE, é um lugar fantástico em Salisbury, não muio longe de Londres.
Abraços
Carlos e Rita

9 Jenny { 11.21.08 at 14:03 }

Got any more pictures?

10 Angelo { 12.10.08 at 15:10 }

Acredito que todas essas viagens
sejam muito excitantes e muito emocionantes.
Um pedaço do pais deve ir embora com vocês de tão impactante que é esse choque cultural…
Eu espero que se divirtam muito.
Boas Viagens

11 Betyane { 12.12.08 at 8:06 }

Dinda!
Sonhei com você esta noite! Você havia chego de viagem e eu estava te dando um abraço!! Você estava tão baixinha! Hiiiihiii.
Quero você aqui em Curitiba já! Chega logo!!! Please!!
Beijinho!

12 Andre { 01.29.09 at 13:38 }

Parabens pelo blog… Tambem estou a criar um com dicas de viagens e hoteis baratos nas principais cidades do Mundo… Podem ver alguns hoteis em:
http://reservahoteisbaratos.blogspot.com/search/label/hoteis%20baratos
Abraços

13 camila { 02.23.09 at 2:54 }

olá..
por onde vcs andam??

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